quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Brinquedos ou comida?
O jornal francês Le Fígaro afirmou, em uma reportagem sobre o Brasil, que as crianças brasileiras preferem ganhar de Natal comida em vez de brinquedos. Eles tomaram como base de dados as cartas recebidas pelo Correios na Operação Papai Noel.
Para quem não conhece essa ação dos Correios, toda carta endereçada ao bom velhinho é colocada à disposição da sociedade para que alguém realize o sonho da criança. Geralmente, as cartas vêm de crianças pobres. No ano passado, se não me falha a memória, mais de 80% das cartas foram respondidas por algum Papai Noel.
Segundo a matéria do Le Fígaro, é em Pernambuco que a situação é mais acentuada: 60% das 11 mil cartas recebidas pediam comida de presente, do caro e charmoso peru até uma simples - mas imprescidível - cesta básica.
Este ano não peguei uma cartinha. Mas na que atendi ano passado, além de desejar uma boneca, a menininha também pedia uma cesta de alimentos. Foi a parte que mais me cortou o coração. Pelo jeito, ela não foi a única a ter esse desejo...
Para quem não conhece essa ação dos Correios, toda carta endereçada ao bom velhinho é colocada à disposição da sociedade para que alguém realize o sonho da criança. Geralmente, as cartas vêm de crianças pobres. No ano passado, se não me falha a memória, mais de 80% das cartas foram respondidas por algum Papai Noel.
Segundo a matéria do Le Fígaro, é em Pernambuco que a situação é mais acentuada: 60% das 11 mil cartas recebidas pediam comida de presente, do caro e charmoso peru até uma simples - mas imprescidível - cesta básica.
Este ano não peguei uma cartinha. Mas na que atendi ano passado, além de desejar uma boneca, a menininha também pedia uma cesta de alimentos. Foi a parte que mais me cortou o coração. Pelo jeito, ela não foi a única a ter esse desejo...
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Feliz Natal!

Enfim, depois de lojas lotadas, encontros com os amigos pelos bares da vida, troca de e-mails chorosos com as pessoas queridas, chegou a hora de abraçar, ainda que virtualmente, todos os amigos e desejar Feliz Natal.
À noite, momento de encontrar a família e saborear juntos a tradicional ceia natalina. Na qual, é claro, não pode faltar o prato principal: o peru de Natal. Para quem não tem muita intimidade com a cozinha, uma empresa nos EUA criou o Disk-Peru, para socorrer donas de casa desesperadas com os preparativos da ceia.
Tem de tudo: da nora que está passando aperto com o forno (e o peru) porque o danado não quer ficar como deve (e a sogra está na sala esperando para checar os dotes culinários da coitada), até um grupo de amigos que decidiu assar o peru na areia de uma praia da Califórnia e quer saber quanto tempo vai levar. É o espírito natalino, que levou uma legião de senhoras experts em peru ao telefone para garantir a ceia de milhões de americanos...
E, com ou sem peru esta noite, um feliz Natal a todos!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Corporativês
Algum dia na vida, todo mundo vai ouvir, se ainda não tiver ouvido, uma expressão da "nova língua" dominante nas empresas: o corporativês. E alguns vão começar a usá-la, mesmo sem ter 100% de certeza de seu significado. E o risco de falar bobagem é enorme.
Ao particiar do processo de seleção para uma vaga de estagiário, a candidata, de 23 anos, disse que queria sair do atual emprego porque a empresa era muito "patrimonial". Uns segundos de silêncio se seguiram até a entrevistadora perguntar o que ela queria dizer com isso. A resposta foi uma pérola: "é uma empresa de pai para filho, que emprega os primos, mesmo sem qualificação para os cargos. E que, por isso, não tem regras pré-definidas porque é tudo resolvido em família."
O site da Você S/A fez um pequeno dicionário para divulgar os conceitos que já estão no dia-a-dia das empresas. Tudo bem que não tem a definição de empresa familiar, nem o significado da palavra patrimonial... (rs) mas vale muito a pena.
Ao particiar do processo de seleção para uma vaga de estagiário, a candidata, de 23 anos, disse que queria sair do atual emprego porque a empresa era muito "patrimonial". Uns segundos de silêncio se seguiram até a entrevistadora perguntar o que ela queria dizer com isso. A resposta foi uma pérola: "é uma empresa de pai para filho, que emprega os primos, mesmo sem qualificação para os cargos. E que, por isso, não tem regras pré-definidas porque é tudo resolvido em família."
O site da Você S/A fez um pequeno dicionário para divulgar os conceitos que já estão no dia-a-dia das empresas. Tudo bem que não tem a definição de empresa familiar, nem o significado da palavra patrimonial... (rs) mas vale muito a pena.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Jornal popular
O SBT planeja lançar, em 2008, um jornal popular. Tenho medo da quantidade de sangue que vai escorrer pelas telas das TVs Brasil afora...
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Como nos quadrinhos
Gosto de quadrinhos. Uns mais, outros menos... E me encantei com o quiz, descoberto no tapostado para descobrir qual vilão e qual super-heroína eu sou. Afinal de contas, é preciso saber lidar com todas as personalidades existentes dentro de nós...
O meu tesde deu Supergirl como heroína e Poison Ivy (Hera Venenosa, inimiga do Batman) como vilã.
Eu versão boazinha:
Eu versão venenosa:

Adorei!
O meu tesde deu Supergirl como heroína e Poison Ivy (Hera Venenosa, inimiga do Batman) como vilã.
Eu versão boazinha:
Eu versão venenosa:

Adorei!
domingo, 16 de dezembro de 2007
A privacidade foi pra onde?
Não sei onde o mundo vai parar com tanta tecnologia à disposição das pessoas. Outro dia estava no ônibus, sentadinha lá no fundo, quando a menina que estava do meu lado tirou uma pequena máquina fotográfica da bolsa e começou a fotografar as pessoas. Como a maioria estava de costas, ninguém viu o que o acontecia. Fiquei pensando o que ela faria com as imagens. Parece que ela leu meu pensamento e apressou-se em responder: "não pense mal de mim. Sou estudante de comunicação e estou fazendo um trabalho no qual preciso flagrar as pessoas em suas atividades corriqueiras".
Ok, pensei. E perguntei a ela: "será que as pessoas aqui querem ser flagradas andando de ônibus às 8h da noite, depois de um dia cheio?". A menina não teve resposta e eu desci no ponto seguinte.
Dias depois, entro no elevador do clube e lá tem três adolescentes filmando as pessoas que entravam e saíam do elevador com a filmadora do celular. Como a maquininha era discreta, ninguém mais percebeu o que acontecia. Quando ficamos sozinhos - eu e os garotos - no elevador, um deles deu um jeito de começar a me filmar. Brinquei que ia cobrar direito de imagem. O menino deu um risinho sarcástico e respondeu: "Vai nessa. E olha depois o vídeo no youtube".
Não tive coragem de procurar...
Ok, pensei. E perguntei a ela: "será que as pessoas aqui querem ser flagradas andando de ônibus às 8h da noite, depois de um dia cheio?". A menina não teve resposta e eu desci no ponto seguinte.
Dias depois, entro no elevador do clube e lá tem três adolescentes filmando as pessoas que entravam e saíam do elevador com a filmadora do celular. Como a maquininha era discreta, ninguém mais percebeu o que acontecia. Quando ficamos sozinhos - eu e os garotos - no elevador, um deles deu um jeito de começar a me filmar. Brinquei que ia cobrar direito de imagem. O menino deu um risinho sarcástico e respondeu: "Vai nessa. E olha depois o vídeo no youtube".
Não tive coragem de procurar...
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