Ler faz parte da minha vida. Tão importante quanto comer, beber, amar e respirar, eu preciso ler. Desde os primeiros livros ganhados na infância (guardados até hoje num lugar especial na estante), até o que eu estou lendo atualmente, todos ajudaram a formar quem eu sou hoje.
Se tem uma coisa que me transmite ao mesmo tempo paz e desespero é passear em uma livraria - e esse é um dos meus passatempos preferidos. A paz é conseqüência de saber que existem bons livros me esperando. O desespero é ter a certeza de que, nem em dez vidas, eu conseguiria ler todos eles.
Para aumentar minha aflição, foi reeditada no país a obra do peruano Mario Vargas Llosa. Foi só saber disso que veio a inquietação: ai, meu Deus, nunca li nada de Llosa! "Travessuras da Menina Má" segue na lista dos livros mais vendidos há meses. "Tia Julia e o Escrivinhador", "A Cidade e os Cachorros" e "Pantaleão e as Visitadoras" estão na minha lista de livros para o próximo ano.
E essa lista é literalmente uma lista, que refaço todo mês de janeiro com os livros que pretendo ler ao longo do ano e os remanescentes do ano anterior. Porque, claro, sempre sobram títulos não lidos, graças à quantidade de novos que vão aparecendo ao longo do ano e que furam a fila.
PS: Quem não gosta de ler, mas se interessa por filmes, vale pegar "Pantaleão e as Visitadoras" na locadora. O filme, baseado no livro de Llosa, é imperdível.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Alegria
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Árvore genealógica
Sempre gostei de histórias de família. Sagas como a de O Tempo de o Vento (Érico Veríssimo) ou Cem anos de solidão (Gabriel Garcia Marques) encantaram minha juventude e ainda me fazem sonhar alto. E desde pequena ouço histórias sobre a matriarca da minha família, D. Joaquina do Pompéu.
Quem conhece um pouco da história da formação de Minas já ouviu falar dela. Fazendeira endinheirada (pergunda que não quer calar: onde foi parar essa riqueza?) cuja fazenda ia de Pompéu a Patrocínio. Vários escravos, inimigos, amigos na Corte e muita história para contar. Histórias que ficaram registradas nas páginas de livros como o Sinhá Braba, de Agripa de Vasconcelos.
E não é que minha tia tirou do fundo do baú um outro livro, que traz, além da história, a árvore genealógica da D. Joaquina? Tem minha família desde os idos de 1600 e uns quebrados até meus tios mais velhos (a edição é da década de 50). Estou encantada e resgatando minhas raízes.
Meus avós eram primos distantes, ou seja, tanto do lado da vovó quanto do vovô chego no mesmo lugar: D. Joaquina do Pompéu. Essa coisa de sangue é forte.
Quem conhece um pouco da história da formação de Minas já ouviu falar dela. Fazendeira endinheirada (pergunda que não quer calar: onde foi parar essa riqueza?) cuja fazenda ia de Pompéu a Patrocínio. Vários escravos, inimigos, amigos na Corte e muita história para contar. Histórias que ficaram registradas nas páginas de livros como o Sinhá Braba, de Agripa de Vasconcelos.
E não é que minha tia tirou do fundo do baú um outro livro, que traz, além da história, a árvore genealógica da D. Joaquina? Tem minha família desde os idos de 1600 e uns quebrados até meus tios mais velhos (a edição é da década de 50). Estou encantada e resgatando minhas raízes.
Meus avós eram primos distantes, ou seja, tanto do lado da vovó quanto do vovô chego no mesmo lugar: D. Joaquina do Pompéu. Essa coisa de sangue é forte.
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