domingo, 13 de julho de 2008

No mundo real e no virtual

Foi há quase cinco anos que ouvi o padre dizer: '... na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separe". Neste mundo cibernético faltou ele completar: "no mundo real e no virtual".

Pois é. Eu e o Eduardo resolvemos colocar este adendo na fala profética que nos uniu perante Deus e os homens e, a partir de hoje, o Reescrita casa-se com o Eu Consumo e tornam-se um só.

Vejo vocês lá. Agora, em dose dupla.
www.euconsumo.blogspot.com

Um bj!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Nova fase

Até um tempo atrás, eu não sabia quem eram os Backyardigans. Mas nada como ter sobrinhos pequenos para mudar seu horizonte de conhecimento.

Alguém aí já tinha visto o totlol.com? Um youtube para crianças. Lindo!

sábado, 28 de junho de 2008

Era digital

Ditados antigos adaptados aos novos tempos:

1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.

3. Antes só, do que em chats aborrecidos.

4. A arquivo dado não se olha o formato.

5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.

6. Para bom provedor uma senha basta.

7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

9. Hacker que ladra, não morde.

10. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

11. O barato sai caro. E lento.

12. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.

13. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

14. Quem envia o que quer, recebe o que não quer .

15. Um é pouco, dois é bom, três é chat.

16. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

17. Uma impressora disse para outra: essa folha é sua ou é impressão minha?

domingo, 15 de junho de 2008

Boatos

Não há nada que destrua mais a reputação de uma empresa do que um boato bem espalhado. Uma 'rádio-peão' forte é um desafio para quem trabalha com comunicação empresarial.


Há bem pouco tempo, estava numa empresa que funcionava assim:


Menina má

Ok. Tem muito tempo que não consigo parar para escrever. Os motivos são vários e me sinto uma menina má por não conseguir passar por aqui de vez em quando. Por falar nisso, um dos inúmeros culpados dessa ausência é Vargas Llossa que, com seu livro "Travessuras de uma menina má" me deixou enfurnada em seu mundo cada segundo de folga que eu tinha. Pra quem não leu, fica a recomendação.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Conheça a ti mesmo

principalmente depois de aniversários...


You are The Moon


Hope, expectation, Bright promises.

The Moon is a card of magic and mystery - when prominent you know that nothing is as it seems, particularly when it concerns relationships. All logic is thrown out the window.The Moon is all about visions and illusions, madness, genius and poetry. This is a card that has to do with sleep, and so with both dreams and nightmares. It is a scary card in that it warns that there might be hidden enemies, tricks and falsehoods. But it should also be remembered that this is a card of great creativity, of powerful magic, primal feelings and intuition. You may be going through a time of emotional and mental trial; if you have any past mental problems, you must be vigilant in taking your medication but avoid drugs or alcohol, as abuse of either will cause them irreparable damage. This time however, can also result in great creativity, psychic powers, visions and insight. You can and should trust your intuition.

What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.

domingo, 11 de maio de 2008

A todas as mães

Às Franciscas, Neiles, Jussaras, Anas Paulas, Cristinas, Marinas, Marias... uma homenagem.



Imagem de Nossa Senhora e o Menino Jesus na catedral de Toledo, Espanha. A primeira e única imagem de Maria e seu filho felizes que já vi na vida. Tão inesquecível que até hoje a emoção que senti lá toma conta de mim ao vê-la novamente.

Beijinho que cura

Entrando no clima de dia das mães (e cercada cada vez mais de amigas-mães), foi bom saber que não é só o efeito placebo que funciona quando a mãe diz ao filhinho que acabou de se machucar: “deixe a mamãe dar um beijinho que a dor passa”. Uma matéria publicada no jornal O Dia, do Rio de Janeiro, mostra que carinhos em locais doloridos diminuem a chegada de impulsos elétricos do sofrimento no cérebro. Aliada à relação de confiança entre mãe e filho, que fará com que a criança realmente acredite no efeito do beijo da mãe, a prática do carinho após o dodói é sucesso garantido.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Politicamente correto em tudo?

Tento ser uma pessoa politicamente e até ecologicamente correta. E vejo que isso - graças a Deus - começa a ser uma tendência (apesar dos escandâlos de cartões corporativos entre outros que estão por aí ainda). Por isso já tinha ouvido falar, há algum tempo, da tentativa de fazer novas versões - politicamente corretas - das tradicionais cantigas de infância. Achei muito estranho. No caso do Boi da Cara Preta, tirar o 'preta' denotou mais racismo do que deixar como está. Bom, mas as versões seguem abaixo para cada um tirar suas conclusões:

Atirei o pau no gato versão original
Atirei o pau no gato
Mas o gato não morreu
Dona Chica admirou-se
Do berro que o gato deu

versão modificada
Não atire o pau no gato
Porque isso não se faz
O gatinho é nosso amigo
Não devemos maltratar os animais

Boi da cara preta versão original
Boi, boi, boi
Boi da cara preta
Pega essa menina
Que tem medo de careta

versão modificada
Boi, boi, boi
Boi do Piauí
Pega essa menina
Que tem medo de dormir

PS: Alguém se imagina brincando de roda e cantando assim? E de onde saiu o boi do Piauí? Por que não 'boi do Maranhão'?

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Cultura infantil?

As músicas que aprendemos na infância ficam na nossa mente para sempre. A nossa sorte é que nunca prestamos atenção às letras. Até que a gente cresce e começa a fazer uma análise, digamos, mais profunda. Se for pensar bem, porque uma música que atira um pau no gato (coitado do bichinho) pode fazer tanto sucesso ao longo de tantos anos?

Mas minha grande surpresa depois de adulta foi a música "Aula de piano", dAs Frenéticas, que fez parte do especial "Arca de Noé" - quem tem mais de 30 vai se lembrar... Tentei trazer o vídeo para cá, mas apanhei. Ele está no youtube. Please, prestem atenção na letra!

Na semana passada, uma amiga veio me contar que no cd de músicas infantis de sua filha de 1 ano tem uma cuja letra é: "Mamãe é a roseira que o papai comeu. Eu sou o botãozinho que a mamãe deu".

Fiquei chocada. Era demais. Era como por a criança para dançar o tchan. Preocupada (e me lembrando das Frenéticas), procurei na internet. A letra, para minha felicidade, é mais idílica: "Mamãe é uma roseira que o papai colheu. Eu sou o botãozinho que a roseira deu."

Ufa.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

caça-esgoto

Não consegui entender. Por toda a cidade, a Copasa está abrindo buracos e mais buracos no meio da rua. Para sinalizar as obras, a placa: "Operação Caça-esgoto". Se a própria Copasa não sabe onde ficam as redes de esgoto e precisa rasgar as ruas para descobri-las, estamos perdidos. 

domingo, 13 de abril de 2008

Café com...

Café com pão. Café com rapadura. Café com bolo de fubá. Café com leite. Café.

Café torrado para expresso. Café moído para coador de pano. Café 100% arábico. Café.

Café com sabor de chocolate. Café com leves nuances de ameixa madura. Café.

De tudo um pouco e tudo relativamente bom. Mas café com fezes de gato-de-algália, um bichinho da indonésia parecido com um gambá, ninguém merece. Ainda mais se você pagar cerca de R$ 170,00 por uma xicarazinha. Para saber mais, clique aqui.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

A dengue chegou

Estudantes de jornalismo sempre me assustam. Fico me perguntando se um dia eu já fui assim, mas uma pesquisa pela consciência me faz acreditar que, apesar das inúmeras 'focadas' (leia-se 'foras') que dei na vida, eu passei longe de certas situações.

A dengue está aí, basta olhar para o lado. Mas até para apurar uma matéria que teoricamente é simples, precisa-se de um pouco de bom senso. Hoje recebi uma solicitação, via e-mail, de um estudante de jornalismo que está "redigindo" (e não apurando) uma matéria sobre a "infecção da dengue" (fiquei pensando se ela está muito doente) e que pergunta se "tem alguém bem informado que responde-se (sic)" as questões que se seguiam.

Não bastasse todos os absurdos acima (afinal, a assessoria pode colocar alguém mal informado sobre o assunto para dar a entrevista. E o estudante, claro, não precisa ser bem informado sobre regras de português), a primeira pergunta era: quais as medidas tomadas pelo Estado para enfrentar o surto?

Será que ele já pensou em perguntar para a Secretaria Estadual de Saúde? Com certeza, para responder a essa pergunta, não terei ninguém bem informado o suficiente numa operadora de saúde para responder...

PS. E hoje é o Dia Mundial da Saúde.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Um problema

Conseguir tempo para atualizar o blog tem se tornado um problema. E, ao pensar sobre o conceito de problema (para ver se a solução vinha), eu me lembrei de uma história incrível de uma mulher explicando para a outra, no ponto de ônibus, a diferença básica e substancial entre "probrema" e "poblema":

Probrema: é aquilo que está fora de você, que te aporrinha e dá dor de cabeça. Por exemplo: o namoro não vai bem e você tem um 'probrema' de relacionamento.

Poblema: é quando o que te tira o sono é interno, aquela coisa que você sente de dentro para fora. Exemplo citado pela filósofa do ponto de ônibus: O filho dela estava com um 'poblema' de estômago e iria precisar fazer uma cirurgia.

Tem dias que os probremas se convertem em poblemas e vice-versa...

terça-feira, 25 de março de 2008

Olha quem insiste em aparecer

Comer fora de casa é uma aventura. Fazer isso diariamente o é mais ainda. Não bastasse o trabalho de sempre procurar algum lugar que concilie preço, sabor, ambiente, qualidade, localização, higiene, é preciso descobrir vários desses, para não enjoar da comida e promover um saudável rodízio de comidas a quilo. Às vezes, é imprescindível sair da rotina de self-service e buscar um a la carte para arejar a cabeça no momento do almoço, saindo da rotina.

O problema é quando descobrimos que este lugar, escolhido a dedo para ser o oásis, não passava de uma miragem. O pior é que insistimos em negar as evidências. A primeira vez que encontrei um ser vivo (na verdade, o danado já estava morto) na minha salada, achei que era um mau dia da cozinha do lugar. Afinal de contas, tudo ali era tão legal, tão limpinho, o ambiente tão cool e aconchegante que não ia ser um inseto intrometido que iria estragar o prazer de almoçar lá de vez em quando, cercada de livros, gente bonita e descolada, com um expresso bem tirado no final. Dei um tempinho para que os olhos e o estômago se esquecessem do episódio e voltei a frequentar o lugar.

Mas não é que na última sexta descobri um outro bicho de patas (e não era o boi da almôndega) no meu prato? E como quem procura acha, foi só dar uma busca no prato do Edu para descobrir outro. A cozinheira mandou dizer que eles deviam estar (secos) no meio das ervas (secas) polvilhadas por cima do fetuccine alho & óleo com almôndegas ao pomodoro. Mas depois de uma análise minuciosa, acredito mais que eram aqueles carunchinhos que infestam uma massa velha ou mal acondicionada. Enfim, preciso descobrir um outro lugar legal assim para almoçar de vez em quando.

Ops... legal assim não! Eu dispenso a carne não solicitada. Enquanto isso, me tragam um sanduíche para acabar o dia.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Eu passo (se não ficar presa pelo salto)

Podem dizer que é charme, que embeleza a cidade, que faz parte da história. Mas eu não consigo gostar das calçadas portuguesas que se tornam cada vez mais presente nas ruas de Belo Horizonte. Além da manutenção delas não ser tão fácil (e aí somos surpreendidos pelos buracos, pedras soltas e areia fina pelos passeios), elas ainda são um perigo para quem usa sapato de salto. E não precisa ser salto alto não. Em duas semanas, tive dois saltos destruídos pelas calçadas portuguesas e ainda fiquei presa no meio da calçada com o salto agarrado em uma das frestas que existem entre as pedras. Os portugueses até trouxeram muitas coisas boas para o Brasil, mas o estilo dos passeios, eu dispenso.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Receita de economia

Hoje, no desejo de reduzir custos, o setor de compras ligou para uma gráfica querendo saber o que é possível fazer para que o valor dos folhetos saia mais barato. Depois de um tempo para analisar o que poderia ser feito (troca de papel? de gramatura? de formato?), veio a resposta do fornecedor:

"olha, é só você fazer apenas a metade dos folhetos que eu posso reduzir o preço em 50%".

Não sei se eles descobriram isso sozinho....

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Você mora no país certo?

"Sente-se deprimido? Talvez você viva no país errado."

Assim começa a matéria da Business Week sobre uma pesquisa feita pela Britain's University of Leicester para ranquear os países mais felizes do mundo. Dinamarca encabeça a lista, que conta com surpresas (ao menos para mim) como Brunei, Butão e Bahamas.

Ao analisar a população de cada um desses felizardos países, eu me espanto com o tamanho do Brasil. Algumas dessas nações têm população menor do que a cidade de São Paulo.

Será que lá tem vaga para jornalista?

Alguém sabe me dizer que língua se fala em Brunei?

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Atire a primeira bola de papel



Quem nunca inclinou a cadeira para trás numa sala de aula que atire o primeiro pedaço de giz. Para conter os inúmeros alunos que, como fruto dessa ação, caíam da cadeira durante as aulas, o professor britânico Tom Wates criou a cadeira Max. Graças a um design diferenciado, a pessoa não consegue inclinar a cadeira.

A nova cadeira oferece maior apoio na região lombar das costas, forçando as crianças a se sentarem retas. Ela custará o equivalente a cerca de R$ 50 e o sucesso por lá parece garantido: mesmo antes de ser lançada, 18 escolas já encomendaram 1500 cadeiras.