segunda-feira, 14 de abril de 2008
caça-esgoto
Não consegui entender. Por toda a cidade, a Copasa está abrindo buracos e mais buracos no meio da rua. Para sinalizar as obras, a placa: "Operação Caça-esgoto". Se a própria Copasa não sabe onde ficam as redes de esgoto e precisa rasgar as ruas para descobri-las, estamos perdidos.
domingo, 13 de abril de 2008
Café com...
Café com pão. Café com rapadura. Café com bolo de fubá. Café com leite. Café.
Café torrado para expresso. Café moído para coador de pano. Café 100% arábico. Café.
Café com sabor de chocolate. Café com leves nuances de ameixa madura. Café.
De tudo um pouco e tudo relativamente bom. Mas café com fezes de gato-de-algália, um bichinho da indonésia parecido com um gambá, ninguém merece. Ainda mais se você pagar cerca de R$ 170,00 por uma xicarazinha. Para saber mais, clique aqui.
Café torrado para expresso. Café moído para coador de pano. Café 100% arábico. Café.
Café com sabor de chocolate. Café com leves nuances de ameixa madura. Café.
De tudo um pouco e tudo relativamente bom. Mas café com fezes de gato-de-algália, um bichinho da indonésia parecido com um gambá, ninguém merece. Ainda mais se você pagar cerca de R$ 170,00 por uma xicarazinha. Para saber mais, clique aqui.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
A dengue chegou
Estudantes de jornalismo sempre me assustam. Fico me perguntando se um dia eu já fui assim, mas uma pesquisa pela consciência me faz acreditar que, apesar das inúmeras 'focadas' (leia-se 'foras') que dei na vida, eu passei longe de certas situações.
A dengue está aí, basta olhar para o lado. Mas até para apurar uma matéria que teoricamente é simples, precisa-se de um pouco de bom senso. Hoje recebi uma solicitação, via e-mail, de um estudante de jornalismo que está "redigindo" (e não apurando) uma matéria sobre a "infecção da dengue" (fiquei pensando se ela está muito doente) e que pergunta se "tem alguém bem informado que responde-se (sic)" as questões que se seguiam.
Não bastasse todos os absurdos acima (afinal, a assessoria pode colocar alguém mal informado sobre o assunto para dar a entrevista. E o estudante, claro, não precisa ser bem informado sobre regras de português), a primeira pergunta era: quais as medidas tomadas pelo Estado para enfrentar o surto?
Será que ele já pensou em perguntar para a Secretaria Estadual de Saúde? Com certeza, para responder a essa pergunta, não terei ninguém bem informado o suficiente numa operadora de saúde para responder...
PS. E hoje é o Dia Mundial da Saúde.
A dengue está aí, basta olhar para o lado. Mas até para apurar uma matéria que teoricamente é simples, precisa-se de um pouco de bom senso. Hoje recebi uma solicitação, via e-mail, de um estudante de jornalismo que está "redigindo" (e não apurando) uma matéria sobre a "infecção da dengue" (fiquei pensando se ela está muito doente) e que pergunta se "tem alguém bem informado que responde-se (sic)" as questões que se seguiam.
Não bastasse todos os absurdos acima (afinal, a assessoria pode colocar alguém mal informado sobre o assunto para dar a entrevista. E o estudante, claro, não precisa ser bem informado sobre regras de português), a primeira pergunta era: quais as medidas tomadas pelo Estado para enfrentar o surto?
Será que ele já pensou em perguntar para a Secretaria Estadual de Saúde? Com certeza, para responder a essa pergunta, não terei ninguém bem informado o suficiente numa operadora de saúde para responder...
PS. E hoje é o Dia Mundial da Saúde.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Um problema
Conseguir tempo para atualizar o blog tem se tornado um problema. E, ao pensar sobre o conceito de problema (para ver se a solução vinha), eu me lembrei de uma história incrível de uma mulher explicando para a outra, no ponto de ônibus, a diferença básica e substancial entre "probrema" e "poblema":
Probrema: é aquilo que está fora de você, que te aporrinha e dá dor de cabeça. Por exemplo: o namoro não vai bem e você tem um 'probrema' de relacionamento.
Poblema: é quando o que te tira o sono é interno, aquela coisa que você sente de dentro para fora. Exemplo citado pela filósofa do ponto de ônibus: O filho dela estava com um 'poblema' de estômago e iria precisar fazer uma cirurgia.
Tem dias que os probremas se convertem em poblemas e vice-versa...
Probrema: é aquilo que está fora de você, que te aporrinha e dá dor de cabeça. Por exemplo: o namoro não vai bem e você tem um 'probrema' de relacionamento.
Poblema: é quando o que te tira o sono é interno, aquela coisa que você sente de dentro para fora. Exemplo citado pela filósofa do ponto de ônibus: O filho dela estava com um 'poblema' de estômago e iria precisar fazer uma cirurgia.
Tem dias que os probremas se convertem em poblemas e vice-versa...
terça-feira, 25 de março de 2008
Olha quem insiste em aparecer
Comer fora de casa é uma aventura. Fazer isso diariamente o é mais ainda. Não bastasse o trabalho de sempre procurar algum lugar que concilie preço, sabor, ambiente, qualidade, localização, higiene, é preciso descobrir vários desses, para não enjoar da comida e promover um saudável rodízio de comidas a quilo. Às vezes, é imprescindível sair da rotina de self-service e buscar um a la carte para arejar a cabeça no momento do almoço, saindo da rotina.
O problema é quando descobrimos que este lugar, escolhido a dedo para ser o oásis, não passava de uma miragem. O pior é que insistimos em negar as evidências. A primeira vez que encontrei um ser vivo (na verdade, o danado já estava morto) na minha salada, achei que era um mau dia da cozinha do lugar. Afinal de contas, tudo ali era tão legal, tão limpinho, o ambiente tão cool e aconchegante que não ia ser um inseto intrometido que iria estragar o prazer de almoçar lá de vez em quando, cercada de livros, gente bonita e descolada, com um expresso bem tirado no final. Dei um tempinho para que os olhos e o estômago se esquecessem do episódio e voltei a frequentar o lugar.
Mas não é que na última sexta descobri um outro bicho de patas (e não era o boi da almôndega) no meu prato? E como quem procura acha, foi só dar uma busca no prato do Edu para descobrir outro. A cozinheira mandou dizer que eles deviam estar (secos) no meio das ervas (secas) polvilhadas por cima do fetuccine alho & óleo com almôndegas ao pomodoro. Mas depois de uma análise minuciosa, acredito mais que eram aqueles carunchinhos que infestam uma massa velha ou mal acondicionada. Enfim, preciso descobrir um outro lugar legal assim para almoçar de vez em quando.
Ops... legal assim não! Eu dispenso a carne não solicitada. Enquanto isso, me tragam um sanduíche para acabar o dia.
O problema é quando descobrimos que este lugar, escolhido a dedo para ser o oásis, não passava de uma miragem. O pior é que insistimos em negar as evidências. A primeira vez que encontrei um ser vivo (na verdade, o danado já estava morto) na minha salada, achei que era um mau dia da cozinha do lugar. Afinal de contas, tudo ali era tão legal, tão limpinho, o ambiente tão cool e aconchegante que não ia ser um inseto intrometido que iria estragar o prazer de almoçar lá de vez em quando, cercada de livros, gente bonita e descolada, com um expresso bem tirado no final. Dei um tempinho para que os olhos e o estômago se esquecessem do episódio e voltei a frequentar o lugar.
Mas não é que na última sexta descobri um outro bicho de patas (e não era o boi da almôndega) no meu prato? E como quem procura acha, foi só dar uma busca no prato do Edu para descobrir outro. A cozinheira mandou dizer que eles deviam estar (secos) no meio das ervas (secas) polvilhadas por cima do fetuccine alho & óleo com almôndegas ao pomodoro. Mas depois de uma análise minuciosa, acredito mais que eram aqueles carunchinhos que infestam uma massa velha ou mal acondicionada. Enfim, preciso descobrir um outro lugar legal assim para almoçar de vez em quando.
Ops... legal assim não! Eu dispenso a carne não solicitada. Enquanto isso, me tragam um sanduíche para acabar o dia.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Eu passo (se não ficar presa pelo salto)
Podem dizer que é charme, que embeleza a cidade, que faz parte da história. Mas eu não consigo gostar das calçadas portuguesas que se tornam cada vez mais presente nas ruas de Belo Horizonte. Além da manutenção delas não ser tão fácil (e aí somos surpreendidos pelos buracos, pedras soltas e areia fina pelos passeios), elas ainda são um perigo para quem usa sapato de salto. E não precisa ser salto alto não. Em duas semanas, tive dois saltos destruídos pelas calçadas portuguesas e ainda fiquei presa no meio da calçada com o salto agarrado em uma das frestas que existem entre as pedras. Os portugueses até trouxeram muitas coisas boas para o Brasil, mas o estilo dos passeios, eu dispenso.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Receita de economia
Hoje, no desejo de reduzir custos, o setor de compras ligou para uma gráfica querendo saber o que é possível fazer para que o valor dos folhetos saia mais barato. Depois de um tempo para analisar o que poderia ser feito (troca de papel? de gramatura? de formato?), veio a resposta do fornecedor:
"olha, é só você fazer apenas a metade dos folhetos que eu posso reduzir o preço em 50%".
Não sei se eles descobriram isso sozinho....
"olha, é só você fazer apenas a metade dos folhetos que eu posso reduzir o preço em 50%".
Não sei se eles descobriram isso sozinho....
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